>O blog do Joao

Friday, November 24, 2006

Ténis
Trabalho para F.C.
Entrevista
A um profesor da escola E/B 2.3/ S de Ourique- Prof. José Goulão

Gosta de ténis?
Sim.

Se sim porquê?
1º É ao ar livre.
2º Pode-se jogar 1 contra 1 ou 2 contra 2.

Quais as vantagens e as desvantagens de praticar ténis?
Vantagens:
- É saudável.
- Desenvolve os músculos.
- Exige concentração.
- Exige coordenação óculo-manual.

Desvantagens:
-É assimétrico (desenvolve mais um lado do que outro).

Grandes promessas do ténis nacional?
Masculino: Pedro Sousa.

Feminino: Frederica Piedade.

Grandes promessas do ténis Mundial?
Masculino: Roger Federer.

Feminino: Justine Henin-Hardenne.
Trabalho realizado por:
João Almeida 9ºB nº11
Nelson Guerreiro 9ºB nº15

Wednesday, November 22, 2006


A História do ténis


Decorreram seis anos entre a publicação do «Regulamento do Jogo do Lawn-Tennis», da autoria do major inglês Walter Clopton Wingfield, e a introdução deste desporto em Portugal.


O referido regulamento, que sistematizava a modalidade idealizada por este oficial do exército de Sua Majestade britânica aquando de uma das suas comissões de serviço na Índia, foi tornado público em 1874. Em 1880 tiveram lugar no nosso país os primeiros jogos de ténis, praticados entre os representantes da comunidade inglesa, que confraternizavam de raqueta na mão, nos relvados do Porto, Cascais e Carcavelos.

O ténis ia-se tornando popular entre os abastados comerciantes ligados à exportação do Vinho do Porto. Os diplomatas, domiciliados na sua maioria na zona da vila piscatória dos arredores de Lisboa, não descuravam a possibilidade de experimentar a nova moda; e em Carcavelos eram os operários envolvidos na construção do cabo submarino que se divertiam com o novo desporto.

Mas de modalidade praticada em quase exclusivo pela comunidade anglófona a desporto preferido de uma parte significativa da aristocracia portuguesa foi um passo. Dado por um comerciante de renome, Guilherme Ferreira Pinto Basto.

O Sporting Club de Cascais foi o berço onde o «pai» do ténis português, Guilherme Pinto Basto, ensinou este desporto a dar os primeiros passos.

Com a componente social a dar lentamente lugar à vertente competitiva, as primeiras figuras do ténis português iam aparecendo - além de Guilherme Pinto Basto (vencedor do torneio anual do clube entre 1892 e 1898) e do seu irmão Eduardo, destacavam-se Luís Ricciardi, José Bello, Afonso Vilar, Rodrigo Castro Pereira, as senhoras Vitória Perestrelo, Maria Luísa D'Orey, Ana de Sousa Coutinho, Helena Mauperrin dos Santos e Angélica Plantier, e os ingleses residentes em Portugal: os senhores Dagge, Shore, Frazer e Peel estavam entre os mais assíduos competidores. E já no início do século um dos habituais participantes nos torneios de pares era nada mais nada menos que Sua Majestade EI-Rei D.Carlos, um grande amante da modalidade e amigo pessoal do presidente do clube.


Entre os homens três nomes se destacam - Nuno Marques, que em Setembro de 1995 conseguiu a melhor posição de sempre de um jogador português no ranking mundial de singulares, atingindo o 86º lugar na tabela do ATP Tour; João Cunha e Silva, vencedor em Outubro, em Monterrey (México) de um torneio de 100.000 dólares, alcançou a melhor vitória de sempre de um tenista luso; e ainda Emanuel Couto, que venceu as três últimas edições do Campeonato Nacional e que com passos seguros chegou ao lote dos 200 melhores jogadores mundiais.

Actualidade:

Ranking Mundial feminino:
1HENIN-HARDENNE, JUSTINE
2SHARAPOVA, MARIA
3MAURESMO, AMELIE
4KUZNETSOVA, SVETLANA
5CLIJSTERS, KIM


ANA IVANOVIC (SRB) Uma das promessa do ténis mundial.
19 Anos


Ranking Mundial Masculino
1Roger Federer
2Rafael Nadal
3Nikolay Davydenko
4James Blake
5Ivan Ljubicic


Tommy Haas (GER) Uma das promessas do ténis mundial.

28anos

Trabalho realizado por:

João Almeida 9ºB nº11

Nelson Guerreiro 9ºB nº15

Monday, June 05, 2006

Links:


- Alice

- Ana Cristina Martins

- Ana Isabel Mestre

- Ana Sofia Oliveira

- Ana Sofia Martins

- Ângelo- Carina

- Cátia Isabel Guerreiro

- Cátia Vanessa Guerreiro [falta]

- Daniela

- Débora

- Fábio (não funciona !!!!)

- Gil

- Inês

- João

- Joana

- Luísa

- Mónica

- Nélson

- Nuno [falta]

- Samuel

- Soraia

- Teresa

- Vasco

Outros Links (blogs de turmas da Escola):7º B


- http://ourique7b.blogspot.com/10º B

- http://ourique10b.blogspot.com/12º B

- http://ourique12b.blogdrive.com/


O meu email:


pintainho92@sapo.pt

Friday, May 19, 2006


Luis de Camões




No Canto IV dos Lusíadas, Camões canta e louva a inquietação de D. JoãoII, que envia dois exploradores, Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva, ao encontro das terras do Oriente.
«Polo mar alto Sículo navegam;
Vão-se às praias de Rodes arenosas;
E dali às ribeiras altas chegam
Que com morte de Magno são famosas;
Vão a Mênfis, e às terras que se regam
Das enchentes Nilóticas undosas;
Sobem à Etiópia, sobre Egipto,
Que de Cristo lá guarda o santo rito.

«Passam também as ondas Eritreias,
Que o povo de Israel sem nau passou;
Ficam-lhe atrás as serras Nabateias,
Que o filho de Ismael co nome ornou.
As costas odoríferas Sabeias,
Que a mãe do belo Adónis tanto honrou,
Cercam, com toda a Arábia descoberta,
Feliz, deixando a Pétrea e a Deserta.
«Entram no Estreito Pérsico, onde dura
Da confusa Babel inda a memória;
Ali co Tigre o Eufrates se mistura,
Que as fontes onde nascem têm por glória.
Dali vão em demanda da água pura
(Que causa inda será de larga história)
Do Indo, pelas ondas do Oceano,
Onde não se atreveu passar Trajano.
«Viram gentes incógnitas e estranhas
Da Índia, da Carmânia e Gedrosia,
Vendo vários costumes, várias manhas,
Que cada região produze e cria.
Mas de vias tão ásperas, tamanhas,
Tornar-se facilmente não podia.
Lá morreram, enfim, e lá ficaram,
Que à desejada pátria não tornaram.»

Wednesday, March 15, 2006




Ormuz

Era uma antiga cidade no estreito do mesmo nome à entrada do Golfo Pérsico.

Se o mundo fosse um anel, diziam os árabes, Ormuz seria a sua pedra preciosa, tal a importância estratégica e comercial da cidade.

Em 1507, Afonso de Albuquerque
atacou a cidade e quase conseguiu a sua conquista se não fosse a deserção de três capitães portugueses, mas em 1515, Albuquerque já governador da India, regressou a Ormuz, acabou a construção da fortaleza e estabeleceu a suserania portuguesa.


Com o dominio filipino em 1580, Ormuz tornou-se alvo de ataques dos inimigos de Espanha e
em 1622, depois da heróica resistência sustentada por Rui Freire de Andrade, a fortaleza caiu nas mãos dos ingleses, aliados dos persas, a quem largaram depois o domínio da cidade.


João Filipe de Almeida

Wednesday, March 08, 2006

Afonso de Paiva



Afonso Paiva tornou-se explorador português a convite de D. João II para que fosse recolher informações do Oriente acerca das rotas comerciais e pontos de referência.

Afonso de Paiva, que aprendera a falar árabe com os mercadores de Ceuta, e Pêro da Covilhã, que, entre outras experiências, fizera já duas expedições a Berbéria e já conhecia os costumes e o falar dos árabes.ááAfonso de Paiva nasceu em Castelo Branco, filho de família honrada. Herdou o cargo de escrivão de sisas na sua comarca natal, e escrivão real da comunidade hebraica.
Actividade que o colocou em contacto com muita gente do Levante e lhe permitiu aprender o hebreu e o árabe. Participou na ao lado do rei D. João II que lhe reconheceu os mérito s de bom escudeiro. Por nele confiar, escolhe-o para acompanhar Pêro da Covilhã na demanda pelo reino do Preste João e da Índia.
Em 7 de Maio de 1487 partiram estes dois novos emissários de Santarem, bem providos de dinheiro e com indicações dadas pelos cosmógrafos da Corte, acerca do itinerário a seguir. Lisboa, Valência, Barcelona, Nápole e Rodes, foram etapas da primeira parte da viagem. Depois, disfarçado de mercador, passou por vários sitios. Afonso de Paiva não chegou a terminar a sua missão. Morreu antes que Pêro da Covilhã regressasse ao Cairo, depois de, durante um ano, ter percorrido a Índia e outras terras do Oriente.

Voltando à costa de África, chegou a , de onde, por Adem e Tôro, regressou ao Cairo nos fins de 1490. D. João II veio a saber da morte de Afonso de Paiva por dois judeus que enviou.



João Filipe de Almeida

Pêro da Covilhã



Foi um diplmata e explorador Português. Com cerca de 18 anos cativa um espanhol que visitava a Covilhã para comprar tecidos.

Servir o seu amo, D. Juan de Gusmann. Pêro aceita a proposta e parte para Sevilha onde lhe é atribuído o papel de espadachim.
D. Afonso simpatiza com Pêro também pelo seu domínio de línguas, nomeadamente a língua árabe e D. Juan cede a el-Rei os serviços do português.

É assim que Pêro da Covilhã, aos 24 anos, é admitido como moço de esporas de D. Afonso V. Passado pouco tempo, decide el-Rei elevá-lo a escuteiro, com direito a armas e cavalo.

Na sequência do desejo de el-Rei continuar a obra iniciada pelo Infante D. Henrique, escolhe novamente Pêro da Covilhã para embaixador nos tratados de paz com os berberes do Magrebe (como o rei de Fez e o de Tremecem), que convinham ao reino para convergir os esforços na odisseia marítima. Pêro da Covilhã torna-se, entretanto, escudeiro da guarda real e casa com Catarina que em poucos meses engravida.

Mais tarde, em 1487, D. João II envia-o juntamente com Afonso de Paiva em busca de notícias do mítico reino do Preste João e da Índia; disfarçados de mercadores e treinados por cosmógrafos régios e pelo rabino de Beja que lhes terá indicado as portas da cidadela, no Cairo, partem a cavalo a 7 de Maio de Santarém (onde estava a Corte), rumo a Valência.

Atravessam o sul da Península Ibérica até Barcelona, onde chegam a 14 de Junho. Daí, uma nau levou-os até Nápoles em dez dias e, daqui até ao arquipélago grego em outros dez dias. Desembarcam na ilha de Rhodes, que pertencia à Ordem dos Cavaleiros de São João de Jeruzalém, repousando em casa de frades portugueses.

Com a morte de Nahu, em 1508, Pêro da Covilhã é mantido como conselheiro régio da nova rainha Helena. É por sua indicação que a rainha envia o embaixador Mateus a Lisboa, acompanhando dois frades portugueses que ali apareceram, e de quem viria Pêro da Covilhã a saber da morte de D. João II, da ascensão de D. Manuel I, e dos sucessos de Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral.